sábado, 31 de janeiro de 2009

desconhecidos

Poetas desconhecidos
Aos que são desconhecidos, porem tão apaixonados quanto os grandes e brilhantes

Os que o amor colocou no colo e embalou feito criança na paz do amanhecer de verão

E as vezes na molestia e grito do vento de inverno novo

Como folhas que caem das arvores do caminho que outrora só viamos flores

Aos amantes dos abraços infinitos, intensos e dolorosos...

Àqueles cuja melodia de Jobim, faz dançar a alma, mesmo se o corpo está acostado na cama fria...

Desconhecidos amantes e poetas loucos, e eternamente apaixonados...

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