Ah como que queria...
Ah como eu queria ser aquela criança, sem marcas, sem passado, sem dor!
Talvez trazendo conhecimento, tudo o que hoje sei, mas sem a dor que senti
A cada batalha perdida, cada amor desenganado, cada pequeno achado
Ou escrever com mais lógica, e menos sofrimento exprimir o que sinto
Em cada palavra, e viver o presente com gosto de único, esquecendo o
Minuto de dor ou a lagrima lamentada, amarga e arrependida
Não precisar dizer que se amou e não se ama mais
Um preço alto pelo momento, ou por tentar fazer valer a pena
Eu não quero ouvir analises de meus passos certos e falsos
Se agora meu achado for grande suficiente para esquecer aqueles passos
Que seja firme para escrever numa rocha e no coração o meu amor
Então não me lembrarei de minha dor
E encontrarei alegria no calor do sol, na nova melodia e no sorriso da criança
Sem passado, sem dor
Ah como eu queria...
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